quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

O 28 é dos melhores do mundo e agora quem o diz são os australianos e a SIC foi perceber o porquê...

O 28 anda nas bocas do Mundo e desta vez o eco vem da Austrália através do jornal The Daily Telegraph que o acaba de eleger como  um dos melhores eléctricos do Mundo. Com o seu trajecto característico e digo eu, único, o eléctrico que liga o Martim Moniz aos Prazeres volta assim a subir ao topo de uma lista onde constam outras cidades como por exemplo Genebra (Suíça), Istambul (Turquia), Melbourne (Austrália), Casablanca (Marrocos), Amesterdão (Holanda), Toronto (Canadá), Praga (República Checa) e São Francisco (EUA).

A SIC quis saber o porquê desta eleição e subiu a bordo do 28, viajando pelas ruas estreitas de Alfama e falando com portugueses e estrangeiros que no fundo são a razão da existência deste ex-libris da capital portuguesa que já originou igualmente muitas das histórias aqui relatadas neste blogue e publicadas também no livro "Diário do Tripulante - As melhores histórias e aventuras" que neste Natal pode ser adquirido pelo preço promocional de 10€.




sábado, 13 de dezembro de 2014

No reino do salve-se quem puder...

Sempre que estacionar ou abandonar o seu veículo para ir às compras, lembre-se que outras pessoas usam transporte público para fazer o que você faz e sem poder parar à porta do supermercado ou do estabelecimento. Não pense só no seu umbigo. Afinal de contas a rua é de todos. 


Assim começou este sábado que marcou o meu regresso ao circuito das Colinas, que foi antecipado por um serviço ocasional que deixou logo apresentada a nossa cidade no que ao civismo diz respeito. Primeiro um carro mal estacionado impediu a passagem do eléctrico na Estrela. Remediada a situação com uma manobra com o objectivo de inverter a marcha nos Prazeres, eis que nos deparamos com outro veículo sobre os carris porque alguém tinha decidido ir comprar um tecido, talvez para estender na mesa de Natal. 

Sim o Natal não é só coisas boas, com ele vem o trânsito, os carros que param em todo o lado para comprar uma prenda, e claro não podemos esquecer que com o Natal vem a triste ideia da Câmara Municipal de Lisboa fechar ao trânsito a Ribeira das Naus, apagar as luzes da Praça do Comércio, e as filas que nos deixam parados longos minutos...

sábado, 6 de dezembro de 2014

[Off Topic]: Eléctrico de Natal já circula pelas ruas de Lisboa

Arrancou hoje mais uma edição do Eléctrico de Natal da Carris e este ano com uma parceria da YellowBus, a marca de turismo da Carris que vem assim dar a oportunidade de todos andarem a bordo do eléctrico que tem o pai natal aos comandos. Com partidas da P.Comércio das 10h às 12h30 e das 14h00 às 16h3o, as viagens têm duração de 1 hora e irão repetir-se nos próximos dias 7,8,13,14 e 20 de Dezembro. Durante a semana as viagens estão reservadas para as escolas. 

A viagem ao rítmo de temas natalícios passa pela Praça da Figueira, Rua dos Fanqueiros, Cais do Sodré, Av. 24 de Julho, Estação de Santo Amaro onde inverte o percurso para voltar à Praça do Comércio. Os adultos pagam 6 euros, as crianças 3 euros e o pack família (2 Adultos+2 Crianças) custa 15 euros. As crianças até aos 3 anos não pagam. As luzes que decoram o eléctrico vêem-se ao longe e quando este se aproxima o tilintar do sino chama a atenção dos mais distraídos que não o deixam de seguir com um simples olhar. É a magia do Natal de volta às ruas da capital e este ano em tons de cor-de-rosa à semelhança do ano anterior.


sábado, 8 de novembro de 2014

"Interruption day" na 25E: Até quando!?

A situação é já normal há muito pelos lados de Santos, Lapa mas sobretudo na Rua de São Paulo. Centenas de pessoas vêm o seu trajecto diário ser interrompido por alguém que pensa exclusivamente no seu umbigo. A situação ocorre várias vezes por semana e prejudica seriamente o serviço prestado pela Carris que tem quase sempre de esperar pela disponibilidade de um reboque para remover os carros que impedem a passagem do eléctrico.

E são cada vez menos os dias em que há apenas uma interrupção. Esta sexta-feira não foi uma, não foram duas, não foram três, enfim foram demasiadas interrupções para um só dia. E começaram cedo porque se de manhã a carreira já tinha sido perturbada por causa de um acidente entre terceiros, já após ter iniciado o meu serviço ás 14h00 na Estrela, bastou-me vir à Rua da Alfândega para no regresso aos Prazeres ficar parado no Largo de Santos com um BMW mal estacionado. 

Comuniquei a interrupção à CCT e aguardei o reboque para remover o carro que no seu interior tinha um livro com um título interessante: "Descobre porque vieste ao doutor", o que me levou de imediato  a sugerir um novo livro para o senhor ou senhora que conduzia este carro que passará nada mais, nada menos por "Descobre porque não está aqui o carro do doutor"...

Resolvida a interrupção, prossegui então viagem para os Prazeres, mas na viagem seguinte, nova paragem devido a um carro mal estacionado. Desta feita em plena Rua de São Paulo, onde além da falta de consciência de quem estaciona, uma simples alteração no estacionamento autorizado resolvia a questão. Bastava retirarem 5 centímetros ao passeio, mas parece que não há vontade de ninguém em querer resolver esta questão, ou diz-se mesmo que não se pode mexer na quota do passeio, quando há em Lisboa passeios bem mais estreitos que aquele.

Mas burocracias à parte, o certo é que é sempre o utilizador do transporte público, aquele que escolhe um meio mais sustentável e amigo do ambiente, a ser prejudicado em detrimento daqueles que ainda chegam por vezes ao local e não estando satisfeitos com o prejuízo que já estão a causar, ainda dizem que "mas acho que passa!", como se fosse vontade do tripulante estar a parar um transporte público para poder observar o modelo do carro ou simplesmente apanhar um pouco de ar.

Desta feita, não foi o reboque que veio resolver a situação, mas sim os braços dos turistas e restantes passageiros que cansados de esperar decidiram meter mãos à obra e pegar no carro para dentro do recorte, de forma a que o eléctrico conseguisse prosseguir viagem, com o habitual "farrobadó" de palmas e gritaria pela emoção de terem conseguido com que o eléctrico se voltasse a mover. Sorte a do proprietário da viatura que se livrou de o ir buscar ao parque da PSP. 

Mas mais estaria para vir, quando pensava eu que já bastava por este dia. Nova interrupção já perto das 20h00 em Santos, precisamente no mesmo local da primeira interrupção aqui referida, mas agora com a chapa da minha frente. E mais um desfecho diferente porque aqui apareceu a dona do carro que o chegou para a frente passados 25 minutos, o que não fez no entanto, com que se livrasse da multa porque a PSP já estava no local a autuar.

O certo é que o dia não poderia terminar sem mais episódios deste género até porque esta "série" tem mais impacto quando se trata de uma sexta-feira. A zona de Santos com inúmeros bares e discotecas, faz com que assim seja. E na última viagem dos Prazeres para a Rua de Alfândega, já atrasados devido à interrupção anterior, lá ficaram os eléctricos uma vez mais parados porque alguém decidiu estacionar em plena via de trânsito.

E assim ficou a carreira parada entre as 21h05 e as 23h00, quando apareceu o reboque para rebocar esta viatura. Mas se pensa que ficou por aqui engana-se porque uns metros mais à frente estava mais um a impedir a passagem, porque afinal esta sexta-feira era dia dos artistas do volante andarem à solta e o provável é terem feito uma concentração na zona de Santos. Contudo, aqui a solução foi mais rápida porque a condutora estava a jantar no restaurante em frente. Após ouvir a campainha do eléctrico tocar, pousou os talheres, passou o guardanapo pelos lábios, levantou-se e num sprint dirigiu-se ao carro para que pudéssemos seguir finalmente viagem rumo ao Corpo Santo, porque o tardar da hora já não garantia a ninguém, que se passasse bem na Rua de Alfândega. 

Um dia realmente atípico, em todos os aspectos, até porque tinha trocado eu o meu serviço para sair mais cedo, por ter um jantar de aniversário combinado e quando era suposto sair ás 21h30 acabei por terminar o meu serviço às 23h45 porque até seguir viagem na recolha rumo a Santo Amaro, ainda haveria de apanhar nova interrupção e desta feita por um carro da Polícia Municipal, porque provavelmente naquela hora já não deveriam passar eléctricos e porque nestas noites há sempre ocorrências em volta dos estabelecimentos deste eixo onde a vida nocturna consegue superar a rotina diária daquela artéria da cidade. E agora questiono eu uma vez mais: Mas até quando isto continuará assim? Até quando não haverá uma solução para esta carreira poder circular sem constrangimentos?  

Será que custa muito a autarquia meter os olhos nesta situação que acontece todos os dias e que prejudica a vida a quem anda de transportes públicos, numa cidade que se quer mais sustentável e amiga do ambiente?

Ficam as perguntas e fica também mais um dia para esquecer neste quotidiano lisboeta...

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

A mentira tem perna curta, mesmo quando viaja no 15E

"A mentira tem perna curta". O ditado é antigo, mas continua bem actual, sobretudo a bordo dos transportes públicos quando os casais entram entusiasmados com os seus filhos pedem dois bilhetes apenas porque acham que dizer que os filhos tem menos de 4 anos é tarefa fácil e que os leva a poupar uns euros. Contudo, já deveriam saber que os mesmos quando estão nestas idades, gostam sempre de dizer a verdade ou até mesmo acrescentar mais uns anos para se fazerem mais homens e mulheres. Eles são sempre os mais sinceros e desmascaram os pais quando eles menos esperam. 

Surgem depois os "sorrisos amarelos" ou o "psshhhtt cála-te" acompanhado de um chega para lá. Mas se isto acontece sobretudo na carreira 28E, já o mesmo não se passa na carreira 15E, onde os bilhetes são adquiridos nas máquinas de venda a bordo, não sendo portanto necessário dizer ao guarda-freio os bilhetes pretendidos, ficando à responsabilidade do passageiro a compra do mesmo. Mas também entre a P.Figueira e Algés viaja a mentira e não por poucas vezes. 

Mas também aqui a "mentira tem perna curta". E a culpa é do sistema de aviso de paragens. Porque a qualquer momento está disposto a contrariar quem ao telefone diz estar ainda em Algés, querendo fazer com que a pessoa do outro lado acredite e ainda tenha de esperar algum tempo, quando o sistema acaba de dizer logo no instante seguinte... «Próxima paragem... Santos, correspondência com o comboio.»

Mas o inverso também acontece e hoje quando hoje na paragem da Rua Pinto Ferreira, um senhor dizia ao telefone para quem o ouvia desesperado por tanto esperar que, «estou já a chegar à Praça da Figueira, mais 5 minutos e estou aí...» Mas eis que o sistema decide avisar: "Próxima Paragem... Hospital Egas Moniz" e ao que parece do outro lado terão ouvido, até porque o eléctrico naquela viagem ia quase vazio o que faz com que o som do sistema seja mais audível. Não sei o que terá perguntado quem o escutava, o certo é que o senhor que viajava no eléctrico mesmo junto à cabine, ficou um pouco atrapalhado e disse...«Egas Moniz? Não, deve ter ouvido mal, já passámos até o Calvário, isto deve estar é avariado...»

Afinal de quem é a culpa? É da Carris claro está, que nem deixa os clientes mentir. É portanto caso para lembrar o filme português onde entra António Silva...

sábado, 25 de outubro de 2014

A Lisboa dos insólitos... que ficarão na memória

Lisboa é conhecida pela sua luz única, por estar na moda nas escapadelas de fim-de-semana, entre muitas outras coisas mais como o fado, os eléctricos, a gastronomia e a proximidade ao rio e à costa litoral, mas a capital portuguesa também presenteia constantemente quem a visita com situações insólitas. Os fins-de-semana tão procurados pelos turistas, são precisamente aqueles dias em que mais más recordações deverão deixar a quem nos visita, seja pelo tempo de espera por um transporte para Belém, seja pelo tempo que se espera por um reboque ou até mesmo por um corte de via para realização de uma corrida no centro da cidade.

O que era pontual, torna-se cada vez mais sistemático, deixando em franja os nervos de quem procurava na capital portuguesa uma escapadela tranquila ao dia-a-dia habitual. E quem anda aos comandos de um eléctrico ou autocarro numa cidade tão procurada como Lisboa, compreende e bem as queixas de quem entra pela porta dentro, mas sem poder fazer nada. 

A autarquia também pouco facilita a mobilidade do transporte público, e exemplo disso mesmo é o encerramento da Avenida Ribeira das Naus, aos fins-de-semana, canalizando todo o tráfego do eixo ribeirinho para a Rua do Arsenal e Praça do Comércio, chegando a criarem-se filas de 35 minutos para um trajecto que em condições normais se faz em 2 minutos.

O desespero apodera-se e os turistas, esses ficam incrédulos perante tanta confusão. Tiram fotografias para mais tarde recordar a demorada viagem que tiveram por Lisboa. Mas nem só de trânsito se preencherá esse cartão de memória. As máquinas disparam também sobre carros mal estacionados, e até sobre obras que deviam ser feitas de noite, mas que são feitas em plena luz do dia quando as ruas fervilham de gente que anda à descoberta de uma outra cidade, sem gruas, sem grades, sem fitas, mas sim uma cidade como lhes contaram, com uma luz fantástica, com a castanha assada ou o pastel de nata, com o eléctrico a percorrer as colinas e muito mais. 

Confesso que já vi de muito ao longo destes 7 anos ao serviço da Carris em Lisboa, mas nunca esperaria ver o que vi hoje em plena Praça da Figueira, precisamente no abrigo de paragem mais procurado daquela praça - o terminal da carreira 15E. A chegada de mais um projecto hoteleiro para  abaixa de Lisboa, levou em que durante todo o dia estivesse a ser montada uma grua atrás do terminal do eléctrico, onde estavam centenas de pessoas à espera do eléctrico para Belém ou do eléctrico para o Castelo. 

Por cima dessas pessoas, circulavam enormes placas de cimento, para sustentar a base da grua e tudo sobre o olhar atento e por vezes repreensivo de quem ali tinha de aguardar por um transporte público sem que lhes tivessem dito que era obrigatório o uso de um capacete. As placas que lentamente se iam movimentado, por vezes roçavam nos cabos que prendem o fio eléctrico que traz a corrente aos eléctricos e perante aquelas manobras constantes apenas um agente da PSP a tentar desviar o trânsito automóvel e os peões numa tarefa quase impossível, ao mesmo tempo que a circulação de eléctricos se ia fazendo uns metros mais abaixo daqueles cabos que seguravam enormes placas de cimento. 

Muitos terão pensado certamente: "E se isto cair em cima das pessoas?" ... Uma tragédia na certa, que parece desta vez ter corrido bem, mas que certamente não terá deixado uma boa imagem para quem neste fim-de-semana nos visitou. Sem dúvida um "postal" triste de uma cidade que até tem tudo para ser muito alegre...

Dá que pensar... 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

O regresso aos carris e um agradecimento aos profissionais de saúde que encontrei...

Todas as profissões têm os seus espinhos, de professores a médicos, de calceteiros a cozinheiros. Ao jeito de cada um deles, cada dia tem as suas aventuras e rotinas. Mas muitos desses profissionais apenas são conhecidos por algo que fazem de errado ou simplesmente passam pelo intervalo da fama que muitos outros têm por realmente serem muito bons. Quem deles tira proveito, seja o aluno, o paciente ou até o cliente, apenas se aponta o dedo por este ou aquele trabalho menos conseguido ou quando o mesmo merece o elogio, muitas das vezes o mesmo nem chega a saber que o teve, por omissão da informação relatada. 

Se o autocarro chega atrasado, a culpa é do motorista, mas se o motorista abre a porta fora da paragem ou encontra um achado passa de besta a bestial e tal como no caso dos tripulantes, o mesmo acontece com os profissionais da saúde que ora são excelentes se mostram demasiado cuidados, ora são péssimos se consultam a despachar. Há de tudo e para todos os gostos. No entanto, e em grande parte das vezes, apenas tomamos conhecimentos do excelente profissionalismo de alguns quando temos de recorrer a eles. 

Como é do conhecimento de quem segue este espaço, quer através do blogue, quer através da rede social, no passado dia 15 de Setembro lesionei-me ao frenar o eléctrico tipo 700, afecto ao serviço "Tram Tour" que me afastou dos carris até ao dia 09 de Outubro. Primeiro a comunicação do acidente de trabalho à central, depois a recolha do eléctrico à estação, a ida ao hospital e um longo processo do que parecia ser uma simples lesão. Com o passar das horas, as dores iam aumentando e o braço acusava cada vez mais a dor no ombro direito que me impossibilitava de o levantar acima da cintura.

Pelo meio, muitos questionavam como poderia alguém aleijar-se ao rodar um freio, outros diziam que já não se fazem guarda-freios como antigamente, enquanto que eu pensava igualmente como era possível um simples estalar do ombro durante o movimento, provocar tantas dores. E ao longo desta ausência dos carris durante quase um mês, tive a oportunidade de conhecer excelentes profissionais. Da ortopedista que me viu (um pouco a despachar no hospital de São José) da qual desconheço o nome, ao ortopedista Dr. Beja da Costa da Clínica de Todos os Santos por intermédio do seguro, não esquecendo claro está toda a equipa de terapeutas, assistentes e recepção da Clínica FisioRoma, nomeadamente à terapeuta Luisa Ferreira que me acompanhou ao longo da recuperação.  

Foi um período de tempo dedicado ao repouso e recuperação da Omalgia provocada por uma tendinite no ombro direito com várias contrações musculares ao nível do Trapézio Superior. Hoje após nova consulta no seguro, tive alta com incapacidade temporária de 20%, e prolongamento da fisioterapia a fim de se poder ver como irá agora responder o braço ao esforço diário para que se consiga recuperar totalmente a lesão contraída. Sei que ao longo desta ausência fiz falta enquanto número, mas não enquanto profissional, porque em nenhum lado há insubstituíveis. Confesso que sentia já a falta da rotina diária, da condução, do nem sempre fácil contacto com os passageiros, mas ao mesmo tempo sabia que o importante é acima de tudo a recuperação. 

E decido fazer este agradecimento público agora enquanto tenho tempo para a escrita, porque os próximos dias serão preenchidos entre o trabalho e a fisioterapia. Assim pretendo mostrar que neste país marcado, hoje pela triste notícia da perda do jornalista Fernando de Sousa, e diariamente pelos casos BES, Tecnoforma, Citius, Cortes Salariais e Primárias, ainda existem pessoas e profissionais que merecem ser falados e para os quais deixo os meus agradecimentos, sabendo que poderei continuar a ter deles o excelente profissionalismo que os caracteriza e com o qual tenho tido o prazer de lidar ao longo do último mês e que me tem permitido recuperar e voltar assim a fazer aquilo que tanto gosto, ou seja, conduzir e transportar milhares de pessoas por dia nesta bonita cidade que é Lisboa.

Assim sendo, quero agradecer:

Aos colegas que sempre foram dando força e desejando as melhoras,
Às minhas chefias directas,
Ao Hospital de São José e seus profissionais,
Ao gabinete «Apoio+» da Carris pelo apoio demonstrado desde a data do acidente,
Aos profissionais da Clínica de Todos os Santos,
Ao Dr. Beja da Costa,
Aos profissionais da Clínica FisioRoma, nomeadamente ao terapeuta Olímpio que fez o meu diagnóstico e à terapeuta Luisa que me acompanhou neste processo de recuperação, não esquecendo todas as assistentes e restantes terapeutas que foram ajudando na recuperação,
Aos familiares e amigos,
E claro está, aos leitores e seguidores do Diário do Tripulante na rede social Facebook pelas mensagens publicadas.

A todos, os meus agradecimentos e votos de que continuem como até aqui a desempenhar com gosto a profissão e o papel que desempenham na sociedade. Sei que não estou totalmente recuperado, mas sei igualmente que na mão destes profissionais irei ficar novamente e em breve a 100%

[imagens: Rafael Santos / Arquivo / auladeanatomia.com]


quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Nos bastidores do Tram Tour

O TramTour da Carristur continua a dar que falar. E são cada vez mais os vídeos referentes a este novo serviço que pretende dar a conhecer a Lisboa histórica através de um eléctrico dos anos 30. Mas desta vez trago até aqui os bastidores de todo o projecto de transformação dos traicionais amarelos para o verde que o distingue dos restantes. Um Making Off da autoria da GGS Productions para a ToGuide que foi a empresa responsável para dar voz a este projecto a cada viagem realizada, através de um apelativo audioguia... 

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