sexta-feira, 28 de março de 2014

Luzes, Câmaras, Eléctricos... Acção!

São inúmeras as objectivas apontadas, são inúmeras as fotografias captadas. Milhares de vídeos, dezenas de postais, milhares de turistas e artistas. Sejam bem-vindos a bordo do eléctrico 28. A "estrela" da Carris continua a percorrer as colinas da cidade e o mundo, através dos registos que vão ficando para a história. Visitar Lisboa e não passar por Alfama a bordo do eléctrico 28 é como ir a Roma e não ver o Papa. São portanto muitos os que escolhem o mais antigo transporte da capital portuguesa para descobrir o encanto que cada esquina de Lisboa nos proporciona.

Se o sobe e desce constante origina uma sensação única a quem nele se transporta, já quem nele trabalha sente-se por vezes no mais observado dos seres do Mundo. Aquele é o verdadeiro «Big Brother», onde câmaras e telefones estão constantemente a registar movimentos, olhares, percursos, gentes, enfim uma série de sentimentos que por vezes originam excelentes obras de arte, seja através da fotografia ou do vídeo.

Mergulhemos então neste vasto mundo que é a Internet e sigamos viagem a bordo de alguns dos melhores vídeos sobre o eléctrico 28E disponíveis na plataforma Vimeo, com diversos estilos musicais, diversos pontos de vista, mas todos com algo em comum, o de serem o olhar de quem nele se transporta...

28 from Max Kitaev on Vimeo.







quarta-feira, 26 de março de 2014

[Off Topic]: "Sai um hambúrguer guarda-freio para a mesa do 28..."

Descanse que não precisa da licença de guarda-freio para comer, nem tão pouco de se agarrar aos manípulos e manivelas do "eléctrico" que em Agosto de 2013 chegou ao Castelo de São Jorge para homenagear o eléctrico 28. Se ainda não conhece o 28Café, tem agora mais um motivo para o conhecer porque Nuno Brito e Eunice Brito - os "guarda-freios" que conduzem este negócio, decidiram lançar uma nova ementa que contempla agora uma homenagem ao guarda-freio. Depois da famosa "Tosta 28" fazer furor pelas mesas deste "eléctrico", chega agora a vez dos Hamburguer's serem a cabeça de cartaz de uma ementa mais diversificada e abrangente ao gosto de quem ali se senta para degustar e recuperar energias após uma visita ao Castelo.

Convidado para a estreia destes novos hamburguer's, o Diário do Tripulante teve o prazer de saborear e aprovar o já famoso "Tram Driver Burguer", composto por um delicioso hambúrguer com farinheira, acompanhado de um molho da casa, queijo, uma rodela de tomate, alface e uma deliciosa rodela de ananás. Tudo com o acompanhamento de umas saborosas batatas fritas. E se o eléctrico conduz-se com as mãos, também este hambúrguer deve ser comido com as mãos, pressionando o pão saboreando assim o sabor único criado pela farinheira contrastando com o do Ananás, ao mesmo tempo se se viaja no tempo através das inúmeras fotografias expostas que contam a história do Eléctrico da Carris, na cidade de Lisboa. 

Mas nem só as fotografias permitem esta viagem na história, porque aos poucos têm sido introduzidas nas paredes do 28café diversas molduras com passes, bilhetes antigos e até dois bonés que outrora percorreram muitos quilómetros nas cabeças de guarda-freios e cobradores da companhia. E sempre acompanhados de um breve texto descritivo porque aqui enche-se a barriga com boa comida e enriquece-se o conhecimento cultural por aquele que é o meio de transporte mais antigo da capital. 


Mas com a nova ementa chegaram também os bilhetes antigos que devem ser bem conservados e entregues no acto do pagamento, quando pedir a conta junto do balcão, identificando assim a mesa e respectiva conta. Assim a história passa também a estar nas mãos de quem visita o 28 Café, onde tudo é pensado ao detalhe e sempre que possível próximo de um realismo que poucos espaços têm conseguido alcançar. 

Recorde-se que o 28 Café, está situado na Rua de Santa Cruz do Castelo 45 a 47ª, no coração do bairro do Castelo a paredes meias com a muralha, num local simpático e acolhedor, onde uma simpática tripulação está pronta para o/a receber de braços abertos, quer seja para lhe servir o "hambúrguer guarda-freio", uma "tosta 28" ou simplesmente um café e um pastel de nata.

Saiba mais sobre o 28 Café aqui: http://www.diariodotripulante.pt/2013/09/foto-reportagem-o-28-ja-chegou-ao.html

sexta-feira, 21 de março de 2014

De regresso aos serões da 15E e com muito álcool à mistura...

Ontem voltei aos serões da carreira 15E onde diariamente ou até mesmo semanalmente um sem número de pessoas viaja sem pagar. Aqui deixa-se de fazer serviço social, para estar de serviço às noitadas. Quando tanto se fala em crise e dificuldades financeiras, ontem cheguei à conclusão que de facto esses termos são apenas para alguns. Não quero com isto dizer que as pessoas não se devem divertir e sair de casa, contudo, não deixou de me fazer alguma confusão, ver jovens que ainda nem sabem que valor dar à vida, entrarem com garrafas numa mão e copos na outra. Muitos tiveram de sair porque não é permitido o consumo de bebidas alcoólicas a bordo dos transportes públicos.

Não sei se as festas de ontem eram ou não temáticas, mas o certo é que todos pareciam demasiado novos e "betos" como se dizia no meu tempo. Mas daqueles "betos" que quando saem parece que ganham nova personalidade, uma personalidade rebelde e de querer fazer mal para parecer bem. Uns a gritar, outros a transformarem o autocarro em plena pista de dança e eu a alertar que já só restavam duas alternativas que era ou viajarem como gente crescida e respeitosa, ou continuarem o resto do trajecto a pé rumo à festa. 

O certo é que se num instante se acalmavam, mal saiam do autocarro transformavam-se novamente para quererem provar que de facto não sabem ainda dar valor ao dinheiro que muitos devem ter conseguido através dos pais que devem ter trabalhado noite e dia para o ganhar. A cerveja virou champagne para um banho lateral ao autocarro que seguia então viagem rumo à Praça da Figueira com duas senhoras que transportavam um ar cansado após um longo dia de trabalho. 

Na viagem de regresso e com destino a Santo Amaro, mandam-me parar em Santos. Entram dois rapazes com uma rapariga em braços num profundo estado de coma Alcoólico. Pedem-me um bilhete para o Hospital Egas Moniz e validam dois passes. Digo-lhes que não passava no Hospital, pois iria terminar a viagem em Santo Amaro. Confusos, perguntam-me se lá não passava o 201. Digo-lhes que ali mesmo também passava e escusavam de pagar dois bilhetes. Desorientados, ficaram num impasse com a rapariga a cambalear em braços e um «aguenta Joana que estamos quase...» Peço-lhes que se decidam rápido porque não podia estar ali parado mais tempo. E quando penso que iria ficar por ali o diálogo, eis que um dos rapazes me pergunta: «mas não há mesmo hipótese de levar-nos ao Hospital Egas Moniz porque é uma urgência?»

Não estivesse a rapariga mal mas mesmo mal e eu julgaria que estivessem a gozar comigo. Disse-lhes apenas que aquilo era um autocarro e não uma ambulância e que o ideal seria mesmo ligar para o INEM, ou pensarem antes de beber. Porque na verdade quando uma rapariga na casa dos seus 16 anos está perto da 1h20 num estado daqueles, só me leva a crer que bebem por beber, porque parece bem mesmo fazendo mal. Porque bebem sem saber porque o fazem, mas porque os outros também fazem e que ali andam naquelas tristes figuras sem se quer saberem o que dali poderá surgir. 

E por ali ficaram à espera do 201 porque INEM nem sabiam o que era. Enfim, eis o futuro da nossa sociedade...

terça-feira, 18 de março de 2014

[Off-Topic]: Clube de Entusiastas volta a juntar população da Ajuda em defesa do 18E

Foi inaugurada hoje mais uma exposição fotográfica dedicada aos eléctricos de Lisboa. Em mais uma iniciativa do Clube de Entusiastas do Caminho-de-Ferro, desta feita com o apoio da Junta de Freguesia da Ajuda, e sob o tema «Defesa da Linha 18», vários foram os entusiastas e amigos do eléctrico que se juntaram no Mercado da Boa-Hora para relembrar situações e histórias vividas ao longo de mais de 85 anos. 

Num local emblemático para a freguesia da Ajuda e pouco comum para este tipo de eventos, o Mercado da Boa-Hora recebeu além do Peixe e da Fruta que habitualmente ali se apregoam, fotografias actuais e do passado que deram cor a um espaço onde não faltou um modelo à escala 1/10 do tradicional eléctrico 18E, tendo sido um dos principais atractivos da manhã.

A exposição que conta também a história dos eléctricos em Lisboa, estará patente ao público até dia 17 de Abril das 09h às 20h em todos os dias úteis, e é de acesso gratuito. Também hoje e por ser dia de 18 como aliás tem acontecido desde há um ano a esta parte, a população da Ajuda juntou-se uma vez mais no terminal da carreira para uma viagem com início às 18h00 rumo ao Calvário, numa iniciativa promovida também ela pela Junta de Freguesia da Ajuda, fazendo assim lembrar a importância desta carreira para aquelas gentes. 

Ainda durante a inauguração da exposição, foi feito um breve discurso por parte do presidente do Clube de Entusiastas do Caminho-de-Ferro, que captou por instantes a atenção dos que ali se deslocaram para visitar a exposição neste seu primeiro dia. Foi oferecido um digestivo aos presentes onde se destacaram além do corpo representativo da Junta de Freguesia, antigos guarda-freios e até dirigentes da Carris. O Diário do Tripulante não quer também deixar de agradecer ao CEC, na pessoa do sr. José Pinheiro pelo convite feito e pela simpatia com que uma vez mais me recebeu.

O Clube de Entusiastas do Caminho-de-Ferro continua a querer apostar em novas exposições e está receptivo a novas ideias que podem ser transmitidas através da sua página oficial www.cecferro.pt e através do facebook em facebook.com/clubedeentusiastascaminhodeferro 

segunda-feira, 17 de março de 2014

[Off Topic]: Uma inspiração chamada "LX Type"

E porque todos os dias são diferentes, porque Lisboa é diferente e porque a LX Type é diferente, aceitei o convite dos criadores da fonte oficial de Lisboa, para uma simpática conversa sobre Lisboa, os eléctricos e claro a "LX Type". A fonte inspirada na rede dos eléctricos de Lisboa continua a marcar os lisboetas e há até quem a já tenha tatuado para que fique com uma marca de Lisboa para sempre. A agência Leo Burnett apresenta agora mini documentários onde dá a conhecer o projecto, visto por quem o recebeu de braços abertos. 

Pode não ser de leitura fácil ou de agrado de todos, mas o certo é que a "LX Type" veio para ficar e percorrer as principais páginas da imprensa internacional. Um projecto que ultrapassou certamente as expectativas dos seus criadores, muito graças à sua originalidade. Recorde-se que a "LX Type" passou por aqui mal surgiu na rede e se não leu leia agora o que aqui se escreveu com inspiração na nova fonte de Lisboa.



As histórias em redor da LX Type podem então ser vistas e revistas em lxtype.pt

domingo, 16 de março de 2014

Dia para esquecer na 15E, com corridas, cerimónias e muita paciência esgotada

Se ontem tudo fazia prever que a manhã de hoje fosse tranquila para os guarda-freios da carreira 15E por ocasião da Meia Maratona e do Render da Guarda em Belém, o certo é que foi uma manhã para esquecer, sobretudo para mim, que fui o único a trabalhar entre Belém e Algés, onde nem o 729 passava sem eu mesmo perceber o porquê. O certo é que o dia começava logo a mostrar sinais que não ia ser um dia fácil porque logo após a saída da estação, um acidente em Belém obrigava-me à primeira paragem do dia, mas com polícia em excesso nas redondezas, acabou por ser rápida a resolução.  

Com tempos de espera em Algés superiores ao normal, já era de esperar que os passageiros não me poupassem, até porque andava com um eléctrico remodelado, onde o contacto é directo. Mas o pior nem foi o facto de ter estado ali sozinho, mas sim a incompreensão das pessoas que mesmo ao verem inúmeros polícias e ruas cortadas assim como atletas a correr na marginal, diziam que não entendiam o porquê dos eléctricos não passarem de Belém. A manhã ia no entanto passando ao ritmo das viagens entre Algés e Belém com milhares de pessoas nas ruas de Belém após a passagem da meta da Meia Maratona de Lisboa que bateu novo record de participantes nesta edição de 2014.

Terminado o render da guarda no Palácio de Belém chegava então a altura de ir render para a pausa do Almoço e a segunda parte do serviço, seria então de Articulado, muito graças ao esforço do pessoal da manutenção. Agora era então altura de trazer os atletas de Belém para o centro e os autocarros destacados para o efeito eram poucos para tanta gente. Lisboa mostrou uma vez mais que os trabalhos de bastidores em redor destas grandes provas, não está preparada e muito há para se fazer. 

Mas se tudo fazia prever uma tarde tranquila fechadinho na cabine, o certo é que o encurtamento de uma das viagens acabaria por causar confusão a um idoso que nem sei como era capaz de andar na rua sozinho. Perdido em Pedrouços, bateu-me na cabine a perguntar se «vai para a praça ao lado do Rossio?», e lá lhe informei que ia apenas até Santo Amaro. Mas o senhor desorientado acabava por dizer «então eu saio no Cais do Sodré, porque moro em Alvalade...» 

Eu dizia-lhe uma vez mais que terminaria a viagem em Santo Amaro e não iria chegar ao Cais do Sodré, mas o senhor além, de perdido era um pouco surdo e teimava em dizer-me que iria sair no Cais do Sodré ao mesmo tempo que me puxava a porta da cabine não deixando-a fechar. Lá lhe disse que tinha de me deixar fechar a porta para prosseguir viagem, mas o senhor acumulava à desorientação, os nervos porque não sabia como chegar a casa. Disse-lhe que se sentasse e que no final da viagem orientava-o e assim foi...

....Mas até Belém, porque voltou a questionar-me perante um eléctrico cheio de passageiros que também eles já tentavam encorajar o senhor a sair na paragem de Belém e apanhar o 727, porque outra alternativa não havia naquele momento. Com algum custo lá seguiu os nossos conselhos e nós lá prosseguimos viagem numa tarde semelhante a tantas outras de domingos, em que quem nos visita ficará certamente com uma péssima imagem da mobilidade na nossa cidade onde é impossível cumprir-se os horários, ora pela quantidade de gente que procura a pouca oferta que há, ora pelo tempo dado para cada viagem.  

Por fim, apenas uma sugestão para quem pretende nestes eventos descomprimir do stress diário, praticando desporto, como o caso da meia maratona: Se não tiveram pressa em ir correr não tenham também pressa depois de correrem, e informem-se da forma como se devem deslocar para os vossos destinos, para evitarem situações como as presenciadas este domingo. Boa semana a todos.

Imagens: «O xiclista», «Wikimedia» e «Mundo Vitaminado»

quarta-feira, 12 de março de 2014

Obras: Sim ainda há obras na Rua da Prata!

" Próxima paragem... Rua da Alfândega! " , «Então mas isto não ia para a Praça da Figueira?», pergunta de forma bastante indignada logo pela manhã um passageiro que tinha entrado a bordo do 15E após uma corrida no final da Av. Infante Santo, que não lhe permitiu sequer olhar para a bandeira de destino. Se a dúvida por parte deste passageiro quanto ao destino existia embora algo desacertada, já quanto ao tempo verbal que utilizou na questão foi o mais acertado. Porque de facto a carreira 15E ia para a Praça da Figueira há umas semanas atrás porque a obra no colector da Rua da Prata que se previa rápida, acabou por não o ser e ainda hoje se mantém o desvio para a Rua da Alfândega. Contudo quando nos questionam na cabine o porquê do desvio que já não é de ontem nem de antes de ontem e lhes informamos que se deve a uma obra, poucos são os que acreditam e que dizem mesmo que «arranjam mil e uma desculpas para enganar o povinho que já pagou o passe...»

Mas hoje a 15E estava naqueles dias em que tudo parecia acontecer para nos atrasar ou chatear. Após duas viagens ainda pela fresca, a primeira porta decidiu não colaborar com os serviço e recusava-se a fechar. Num primeiro pensamento pensei que poderia ser alguém junto das células que a impossibilitavam de fechar, mas não. Estava profundamente enganado até porque logo de seguida o computador acusava "pequena avaria na porta 1, Bloquear porta 1", mas o certo é que a porta lá se fechou e prossegui viagem. Mas não por muito tempo. Uma paragem depois, o mesmo problema e como se não bastasse, dezenas de pessoas a bufarem, num elevado teor de stress concentrado num eléctrico onde os olhares se centravam na minha pessoa. Tentei bloquear a porta e com algum custo lá se conseguiu resolver o problema para alívio dos que iam para o trabalho, para a escola, ou para onde quer que fossem. 

Ainda assim há passageiros que por muitos dias que andem na 15E ainda não sabem como as portas funcionam e ainda continuam a afastá-las para as abrir quando elas já estão a fechar, ou ainda há os que começam a bracejar para o nosso retrovisor, como quem diz que somos cegos, já para não falar dos que começam aos berros no interior a dizerem que os entalámos. O guarda-freio é naquele carro, o elo mais fraco mas por vezes o que está a assistir na "tribuna", a tamanha incompreensão por parte dos que diariamente ali se transportam.

Mas se a manhã na 15E foi repleta de situações que aqui esgotariam o espaço disponível para o post, já na parte da tarde tive serviço na carreira 12E que também ela sofre com a dita obra da Rua da Prata. E quem também não deixa de sofrer são os passageiros desta carreira que se queixam do tempo de espera ser maior, devido à alteração do percurso com a volta ao Largo do Camões. Muitos chegam mesmo a dizer que não percebem o porquê de não meterem lá «um autocarro dos pequeninos» como são conhecidos por quem ali habita, mas uma vez mais queixam-se a quem nada pode fazer. E assim vão os transtornos a marcarem presença assídua no dia-a-dia de quem tem de recorrer a estas carreiras, por causa de uma obra que todos desejam ver finalizada, ao mesmo tempo que muitos outros defendem a continuidade do 15E na Rua da Alfândega, fazendo ligação ao terminal fluvial e o certo é que hoje registei um elevado número de passageiros para o 15E naquele terminal. 

sábado, 1 de março de 2014

100º. Aniversário: Parabéns ao 28E

Este mês de Março a carreira 28E celebra 100 anos de vida. 100 anos a subir e a descer as colinas de Lisboa, causando na maioria das vezes uma viagem única e memorável a quem nele se transporta. Conhecida como a «montanha russa» da capital portuguesa, a carreira 28E continua a ser cada vez mais procurada por turistas, mas também por quem dela faz transporte diário seja para a escola, para o trabalho, ou simplesmente para ir às compras. Parabéns 28E!


E são inúmeros os vídeos que estão disponíveis na internet sobre o eléctrico 28E. O Diário do Tripulante faz agora um breve apanhado aleatório de alguns dos vídeos que se podem encontrar na Internet...


Autor(a): Sphereborga


Autor(a): Jorge Ferreira


Autor(a): Rafael Santos


Autor(a): Carlos Duarte


Autor(a): Vic Stefanu


Autor(a): Luís Santos


Diga-nos então qual foi o melhor momento que passou ou a melhor recordação que tem do velhinho 28? Abra o baú e partilhe com os restantes passageiros desta página o que tem para nos contar. Se andava na pendura, se prefere o lugar à janela ou se é dos que gosta de trocar dois dedos de conversa com o guarda-freio? Diga de sua justiça e boas viagens a bordo do 28.

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