domingo, 30 de agosto de 2009

Mais uma sugestão e com muita história pelo meio...

Em vésperas de regressar ao trabalho, decidi aprofundar os meus conhecimentos de cultura geral e este domingo fui até ao MNAA (Museu Nacional de Arte Antiga), não para ver a exposição permanente, porque essa já tive ocasião de a conhecer noutros tempos, mas sim para ver a exposição temporária "Encompassing Globe - Portugal e o Mundo nos séculos XVI e XVII, depois do convite feito pela revista «Lisboa Carris», e das sugestões dadas pelos "teimosos" que andam pendurados nos balaústres dos autocarros.

Esta exposição constitui «um olhar sobre as notáveis viagens de exploração dos portugueses, sobre o império comercial único por eles criado, bem como sobre as consequências determinadas dos contactos estabelecidos com as terras e os povos recém-encontrados». E ao contrário de Vasco da Gama, não fui por via marítima, mas optei pelo transporte ferroviário e rodoviário da Carris.

O MNAA, está situado na Rua das Janelas Verdes e na ida apanhei boleia do 15E, enquanto que na volta, foi o 60 que me trouxe até ao centro da cidade. O acesso à exposição custa 5.00 € e o ingresso, permite viajar até à Indía, África, Sri-Lanka, Japão, Macau, China, Brasil, através das cartografias, das pinturas, figuras e objectos valiosos que compõem a exposição, onde nem os painéis de São Vicente faltam.

A sugestão está lançada, resta agora optar por escolher o dia e o meio de transporte. Recordo que para o MNAA, pode utilizar as carreiras 15E, 18E, 28, 714 e 732 na Av.24 de Julho; 25E no Largo de Santos e 60, 713 e 727 na Rua das Janelas Verdes. Esta exposição pode ser visitada até 11 de Outubro. Aproveite e desfrute da esplanada do Museu para tomar um café ou fazer uma refeição mais completa.
E resta-me desejar boas viagens e boas visitas que amanhã já é segunda-feira, o dia em que regresso ao trabalho...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Sugestão do Tripulante: Fim-de-semana "eléctrico"

Já não é novidade nenhuma a minha "paixão" pelos eléctricos de Lisboa, um transporte com mais de 100 anos de história e que tem ultrapassado gerações. Mas para não parecer suspeito, até porque podem pensar que estou a puxar a brasa à minha sardinha, como diz o ditado, a sugestão desta semana recai sobre o n.º 100 da revista semanal «TimeOut» e que lhe mostra tudo o que há para fazer em Lisboa.

Esta semana a capa sugere as "100 portas de Lisboa onde é obrigatório entrar (pelo menos uma vez na vida)". Ao folhear a revista, deparei-me com algumas em que já entrei, outras que desconhecia e outras que aprovo a respectiva referência. São elas a do Elevador de Santa Justa que «se lhe chamar-mos a nossa Torre Eiffel, saímos a perder. Mas se virmos as filas de turistas que lá se juntam em Agosto, até parece. E estamos capazes de apostar que nove em cada dez lisboetas nunca subiram até lá acima, e isso é imperdoável. Por uma vez, compre o bilhete e suba. Veja os pormenores de ferro arquitectados por Mesnier du Ponsard, um aprendiz de Gustave Eiffel. São só 45 metros de altura, mas são bonitos», e quem o diz é a Time Out.
Mas se tem medo alturas, a Time Out sugere também a porta do Ascensor da Bica que recentemente celebrou 117 anos de vida. Diz a revista que «toda a gente já o viu de cima, do Calhariz, e muito provavelmente até já o fotografou. Mas na ponta do Elevador da Bica é assim, com uma entrada resguardada que pertence a um prédio setecentista cujo átrio foi aberto para este fim. Para além da vista do rio que se tem ao subir a Rua da Bica, todo o cenário é pitoresco, e não admira que muitos filmes já tenham sido rodados aqui, quase desde que o ascensor começou a funcionar, em 1892» e quem o diz é a Time Out, não sou eu.

Contudo se acha que dois minutos de viagem é muito pouco, siga então a terceira sugestão, que é entrar na porta do Eléctrico da carreira 28, mas cuidado com os carteiristas. A Time Out diz que estas portas «abrem e fecham, pela frente e por trás, dos Prazeres até à Graça [mas vai até ao M.Moniz], e não há notícia de algum dia se terem queixado de quem as atravessa. São como o eléctrico que servem: pau para toda a obra, populares e democráticas, abertas a lisboetas apressados, turistas aos magotes, velhotas com sacos das compras, meninos e meninas. Brancas por cima, amarelas por baixo, velhas e relhas como Lisboa. Numa paragem perto de si, as portas do eléctrico 28», sugere a revista semanal.


Para além destas sugestões tem também o Ascensor da Glória e os eléctricos 12, 15, 18 (regressa na 2ª feira ao activo) e 25. São todas elas boas razões para ter um dia diferente «ligado à corrente». Faça bem os seus planos e Boas viagens.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Menu do Dia: Ovo estrelado à 742

E quando se pensa que já ouvimos tudo o que havia para se ouvir fora do normal, eis que surge mais uma frase completamente "alucinante" de alguém que decidiu marcar este meu dia de trabalho na 742. O calor abrandou e de repente aparece alguém com um frio tremendo que ao entrar no autocarro, logo repara que um barulho lhe faz lembrar o funcionamento do ar condicionado, mas que afinal não é. Era apenas a ventilação.

A senhora em questão, é cliente habitual da 742 e fazia-se acompanhar da sua filha como é normal. O que não era normal era não trazer uma máscara na cara para prevenir a Gripe A, porque já na semana anterior as tinha transportado duas vezes e numa desses vezes, tinham-me dito que era para se prevenirem, antes que ela (a gripe) atacasse. A filha essa, não faltou á chamada e lá entrou com a máscara na cara. No interior encontram uma amiga e conversa para aqui conversa para aqui, lá se foi parar à Gripe A.

Não é que eu estivesse muito interessado em ouvir as suas conversas, porque até era tudo bastante dramático, mas uma delas com idade mais avançada, obrigava as outras a falarem mais alto, o que obrigatoriamente tive de ouvir. A dona Luísa (que já se encontrava no autocarro quando as outras entraram), ficou espantada pela filha trazer uma máscara na cara e interrogou a mãe, já que a filha sofre de um atraso mental. A mãe lá lhe explicou que era para prevenir a Gripe A, aquilo «que toda a gente não liga, porque pensam que calha só aos outros. É um perigo andar na rua!», dizia.

O autocarro não parava e rapidamente chegou ao El Corte Inglês, onde a dona Luísa se despediu, dando o lugar à mãe da jovem com a máscara que já se encontrava sentada. Pensava eu [finalmente já saiu e já há sossego... Já não podia ouvir aquelas alminhas a falar que mais pareciam estar a gritar...], mas a mãe da moça, então sentada no lugar onde vinha a dona Luísa, sai-se com esta: «Bolas a dona Luisa deixou a cadeira a ferver... Isto é um perigo. Não gosto nada destas coisas....», comentava.

«Até parece que andou aqui a fritar um Ovo Estrelado! Credo!», bocejava. E eu já com uma vontade enorme para me rir, mas limitei-me a pegar num papel e a escrever o que tinha acabado de ouvir para não me esquecer de aqui relatar, até porque tudo se passava ali na frente na cadeira junto à porta da entrada. O certo é que esta não será certamente a coisa mais estranha que irei ouvir nesta profissão, porque depois disto, tudo pode mesmo acontecer. Se no fim-de-semana na 720 mais parecia uma praça com a gritaria, hoje cheguei mesmo a imaginar-me a conduzir um restaurante ambulante, cujo a especialidade seria o então «ovo estrelado à 742»...

Amanhã há mais...

Boas viagens!

sábado, 22 de agosto de 2009

Quando o autocarro se transforma em praça...

É como se de repente estivesse-mos no Mercado da Ribeira, no de Alvalade, do Chile ou até mesmo no da Boa Hora. Gritos para aqui, gritos para ali e uma mistura de conversas e de línguas que geraram uma verdadeira "açorda" de diálogos cruzados. A causa foi um desvio do autocarro da carreira 720 para fazer uma viagem na carreira 15E entre o Calvário e Belém. Uma avaria na zona de Belém impossibilitava a ida dos eléctricos além Santo Amaro e lá me foi solicitado que fizesse o transbordo.

Nestas ocasiões as pessoas perdem em segundos a paciência e o motorista é o alvo principal para que consigam saber, o que afinal se passava e o porquê do eléctrico não ir a Belém nesta tarde de Sábado. As bandeiras estavam explícitas e diziam 15E Algés (Transbordo), mas a chegada a Belém transformou o interior do autocarro num cenário que mais parecia uma praça. Mais exaltada uma das senhoras chegou mesmo a insultar-me sem razões aparentes, e com um diálogo em que dizia que «é sempre a mesma coisa. Vocês andam a brincar com o nosso dinheiro... São uns C..... Palhaços de M......», mas "eu não lhe faltei ao respeito, portanto a senhora não me falta ao respeito a mim, entendidos!?", disse-lhe e já com vontade de soltar uma parede qualquer, ao estilo "Salve-se quem puder" - o programa que anima os serões da SIC.

Mais compreensíveis foram os turistas que embora com mais dificuldades em entender o que se estaria a passar, dado que não estão habituados nem conhecem os percursos, foram os primeiros a aceitar as nossas indicações. Ainda assim, esta viagem até Belém acabou por ajudar a passar a tarde, porque sempre deu para quebrar a monotonia de um percurso repetitivo de um dia de serviço na 720.

Amanhã há mais. Boas Viagens!!
Fotomontagem de Rafael Santos, Foto de Pedro Almeida

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Imagens de uma Cidade: Lisboa em Agosto

E porque ás vezes também é bom ser turista, ainda que da própria cidade...

Esplanada do Café A Brasileira - Chiado


Agosto em Lisboa...

Esplanada da pastelaria Bénard - Chiado

E amanhã já é dia de trabalho! Boas Viagens...

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

«A pouco e pouco», lá chegaram mais duas folgas e com ritmo...

E pronto! Custou a passar mas já está mais uma semana para a reforma, como se costuma dizer. A pouco e pouco, os dias foram passando. A pouco e pouco o autocarro lá foi andando. A pouco e pouco as pessoas lá foram entrando e saindo. A pouco e pouco lá foram feitas perguntas e dadas respostas, enfim mais uma semana com algumas histórias para ficar na memória. Hoje terminei a semana na 35 com uma daquelas médias que nem a pouco e pouco havia meio de ver o fim.

Por falar em pouco e pouco, esta tarde entrou-me uma jovem que meio alucinada - digo eu - pôs-se a cantar e a dançar junto á porta da frente enquanto aguardava o troco do bilhete. De phones nos ouvidos, abstraída de tudo e de todos, lá cantava a música que até eu conseguia ouvir, tal não era o nível do volume. Meio desajeitada na dança, provocou alguns risos na «plateia» que estava bem composta já desde a Av.Roma. A pouco e pouco criava-se uma imagem dentro da minha cabeça e num instante pensei que tinha recuado um ano para trás, não estando na Av.General Roçadas, mas sim a assistir em casa ao «brilharete» que Amy Winehouse deu no Rock In Rio.

Á jovem de hoje só faltou mesmo tropeçar no seu próprio salto alto. E porque a semana passou a pouco e pouco, aqui vos deixo com uma recordação musical de outros tempos, já que aqui falei de música. Ao pesquisar no YouTube lá encontrei o teledisco desse homem da música portuguesa que todos conhecem pelo menos de nome - José Cid. Diga lá que já não se lembrava daqueles óculos escuros que costumavam aparecer na RTP e que não eram os do Abrunhosa.

A música chama-se claro está: «A pouco e pouco» e achei engraçado o teledisco pelo facto de mostrar através da letra um pouco do dia-a-dia de quem enfrenta pela manhã a agitação matinal e porque dá para recordar Lisboa de outros tempos com autocarros de dois pisos (É +/- aos 0.24 segundos). O local, esse parece ser a Av.Infante Santo. Ora carregue lá no play e recue você também no tempo.





Boas recordações, bom apetite para as favas com chouriço, que eu volto aos comandos já no Sábado :)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Na 742 mas devagar, devagarinho e... parado!

E se ontem tudo correu tão bem que nada houve para contar, já hoje e precisamente com o mesmo serviço, muito há para dizer, provando assim uma vez mais, que como já tenho vindo a dizer, o interessante desta profissão é que tudo é diferente a cada dia que passa. Serviço seguido na 742 e com a vantagem de todas as viagens serem para o Polo Universitário da Ajuda.

A tarde parecia ser calma, dada a pouca afluência de passageiros, o pouco trânsito nas ruas que até permitia ouvir o martelo dos calceteiros bater nas pedras que irão compor os novos passeios de São Sebastião, enquanto se aguardava o verde surgir no semáforo. As obras estão prestes a acabar o que vai ser bom, porque é bastante cansativo passar aquele troço.

Surge o verde e lá estou eu a atravessar a António Augusto de Aguiar, rumo á Ajuda e já com uma passageira a perguntar-me se não passava à porta do estabelecimento prisional de Lisboa. Confirmei-lhe que passaria e disse para sair quando o grupo de pessoas que estava em frente á porta da saída, saísse. Pois também eles iriam para lá, porque já no dia anterior os tinha transportado. Era hora da visita!

E se tudo parecia ser tão calmo, de repente, um acidente na Ponte 25 de Abril, vira completamente o «filme» ao contrário e originando longas filas de espera. Se na ida para a Ajuda ainda escapei ao engarrafamento, já na viagem de regresso e última antes de recolher, havia de me calhar em sorte, ou mesmo azar, ficar preso em Alcântara com os espertos que insistem em desrespeitar os sinais de Obrigação e proibição, ali existentes na entrada da Rua Maria Pia. Embora lá diga que só podem seguir em frente, a maioria inverte a marcha e se a via contrária estava parada, ficaram assim as duas paradas.

Sete minutos passaram e lá me consegui escapar daquele embaraço causado pelos «chicos-espertos». Mas ao contrário do que eu pensava, ainda iria apanhar novamente engarrafamento, porque não era só no sentido descendente. As pessoas, começavam a desesperar e aos poucos iam descendo nas paragens por onde ia passando. O autocarro ia ficando vazio e do lado oposto só via rostos de desespero de quem ainda tinha umas boas centenas de carros à frente.
Chego ao Arco do Carvalhão e mais um bom pedaço de tempo parado. Os acessos à ponte estavam completamente parados e a senhora que estava sentada no primeiro lugar já me informava dos pormenores, porque «nem imagina como estavam os carros lá na ponte. Era só chapa batida...»
Olho para a Consola SAEIP e já vejo um atraso de 25 minutos. Olho sobre o horário da chapa e já devia estar na Praça do Chile quando ainda estava no Arco do Carvalhão. Uns metros à frente consigo a pouco e pouco chegar a Campolide e novamente tudo parado. Ao todo já ali estava á 40 minutos para fazer a Rua Maria Pia entre Alcântara e Campolide, um percurso que habitualmente demora 12 minutos.

E pronto lá apareceu depois alguém que perguntava se parava na paragem da Rua Morais Soares... Mas porque não havia eu de parar se lá está a paragem? As paragens estavam cheias e há hora de entrar na Estação ainda eu estava a chegar à Madre Deus. E assim foi caoticamente o meu dia de trabalho. Amanhã termino a semana pelo que as folgas serão bem-vindas!

Boas Viagens!

domingo, 16 de agosto de 2009

718: Depois da Yorn, eis os Insólitos Carris

Há situações que nos ficam na retina, mas outras há que ficam gravadas para sempre. Há também aquelas que nos fazem recuar ao passado, como aconteceu esta manhã na paragem da Avenida Afonso III, quando efectuei mais uma abertura de portas depois de ter sido solicitado. Ia com destino ás Amoreiras na 718 e na paragem estava um senhor que em segundos fez-me recuar no tempo e lembrar-me da série de desenhos animados que costumava ver quando regressava da escola.

O lenço no pescoço era verde e o chapéu era branco. Em jeito de gingão, subiu ao autocarro e mais rápido que a sua própria sombra, diz-me que o seu Lisboa Viva estava carregado mas que não passava nos validadores. Tinha o comprovativo como prova do pagamento do seu passe e eu tinha já no meu imaginário as correrias do cowboy que disparava mais rápido do que a própria sombra, e enfrentava em todas as suas aventuras o crime e a injustiça. Exactamente o "Lucky Luke".

Para bem dos restantes as pistolas «tinham» ficado em casa, mas as botas eram idênticas. E se este era, digamos, um cowboy á portuguesa, fazendo concorrência ao original Lucky Luke de origem franco-belga, que actuava no Oeste Americano, já a seguinte passageira que entrou imediatamente na paragem seguinte, poderia ser bem uma cowgirl, não pelo traje, mas pela forma como entrou e disparou uma catanada de palavras sobre o colega da frente(742) que a tinha visto na paragem e não tinha parado.

Perguntou-me inclusive se «não sabe o nome do seu colega que ali vai á frente?...», pois obviamente que a resposta era daquelas que nem precisava da ajuda do público, nem dos 50-50. Se soubesse o nome de todos os meus colegas, estaria prestes a entrar no guiness, mas também não lhe iria dizer, porque até apostava que não tinha feito sinal para parar (é o normal...), até porque naquela paragem em questão param duas carreiras, pelo que se dá sempre o benefício da dúvida que neste caso seria 718 ou 742.

E para terminar a manhã nada melhor que um diálogo do tipo:

Passageira: «Bom dia, passa onde tinham a vossa estação?»
Motorista: "Não sei a qual se refere, mas passa nas duas. Passo primeiro pela do A.Cego e termino nas Amoreiras..."
Passageira: «Exactamente é essa mesmo». (qual delas?)

A senhora em questão coloca os sacos de papel cuidadosamente sobre o primeiro banco disponível e permanece de pé junto á porta da frente.

Motorista: "Então e a senhora não vai querer sentar-se? É que ainda faltam umas paragens para lá chegar..."
Passageira: «Não posso, porque dói-me os ouvidos!»
Motorista: "Desculpe?!" (nem queria acreditar, mas antes que fosse atingido por uma gargalhada, que foi o que me deu vontade, lá perguntei de novo...)
Passageira: «É que está ali frio, por causa do ar condicionado e eu estou com dores nos ouvidos...»
Motorista: "Ahhhh, Então e se for apenas a ventilação, também faz mal? É que a senhora em pé não convém ir porque pode cair, já reparou..."

Resultado: Tive mesmo de desligar o AC, depois a ventilação e só assim se sentou. Parece insólito mas ás vezes acontece. «É mesmo difícil agradar a todos. Nem Deus agradou a todos quanto mais..», dizia um outro passageiro que assistia á conversa.

Amanhã há mais....

Boas Viagens!
Fotomontagem de Rafael Santos com foto de Pedro Almeida
Foto Ouvido: tudosobrepalntas.net

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