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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sugestão do Tripulante(12): 12E: A rota do Castelo

A Carris decidiu recentemente promover a carreira 12E como uma alternativa cómoda para conhecer a zona histórica de Lisboa. O Diário do Tripulante deixa então a sugestão para uma viagem pela história da cidade.

Sabia que...

Com o seu percurso circular desde 20 de Novembro de 1997 a carreira 12E que antes desta data era conhecida pelo «sobe e desce» ou pelo eléctrico de São Tomé, tem agora apenas um terminal - a Praça da Figueira. Desta praça o 12 segue até ao Martim Moniz onde percorre o percurso que fazia desde 1947 altura em que a carreira era equipada com carros bidireccionais, os carros 700.
 
A cidade através da carreira...
Passando por alguns pontos de interesse da história de Lisboa, como o bairro da Mouraria, o largo das Portas do Sol que dá acesso ao Castelo de São Jorge, a Sé e a malha urbana da Baixa Pombalina, esta carreira é sem dúvida o ponto de encontro de quem da Praça da Figueira pretende ir até ao monumento que dessa mesma praça se consegue avistar, ou seja o Castelo de São Jorge. 



Vamos ao Castelo!

E se a Carris já lhe deu uma alternativa agradável para ir até ao Castelo, o "Diário do Tripulante", dá-lhe agora a conhecer algumas das imagens que se podem obter daquele que é considerado o monumento mais emblemático da cidade de Lisboa, o Castelo de S. Jorge que é um testemunho relevante de momentos ímpares da história de Lisboa e de Portugal.

Mas para além das bonitas imagens que se podem obter da cidade através das muralhas do Castelo de São Jorge, muitos mais motivos de interesse há para lá das portas do monumento. Eventos durante todo o ano, feiras, exposições, restaurantes e um bairro pitoresco no coração de Lisboa...


O Castelo de São Jorge funciona das 9h00 às 18h00 de1 Nov a 28 Fev, e das 9h00 às 21h00 de 1 Mar a 31 Out. Os residentes do concelho de Lisboa não pagam a entrada que custa 7.50 € e os passageiros dos circuitos da CarrisTur têm desconto, à semelhança do que acontece com outras parcerias e que podem ser consultadas no site do Castelo de São Jorge em castelodesaojorge.pt

Agora é altura de ir até à Praça da Figueira, entrar no 12E e subir à colina do Castelo, conhecer a história de Lisboa e partilhar com os seus amigos uma tarde diferente com muita história à mistura. 

Partilhe a visita no Facebook...

E porque não partilhar a sua visita? Mostre aos leitores do "Diário do Tripulante" a sua visita que teve como base esta sugestão. Capte as imagens de Lisboa, do Castelo e do 12E e partilhe-as em www.facebook.com/diariodotripulante

Boas Vistas e boas viagens a bordo dos veículos da CCFL pelas colinas de Lisboa.  

Fonte: A minha página Carris de Luís Cruz-Filipe; Site Carris.pt; Castelosaojorge.pt

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Sugestão da Semana (11): Desfrute do Parque das Nações com o 708

Saiba que...

A carreira 708 foi integrada na Rede7 em 2006, substituindo a então conhecida carreira 8 que ligava a Praça do Chile à Encarnação desde 1949, ano em que foi inaugurada. Seguiu-se depois em 1966 um prolongamento da linha até Moscavide, numa primeira fase de forma parcial, tendo o seu percurso aumentado conforme aumentavam também os arruamentos que iam crescendo nesta zona oriental da cidade. Mas em 1970 a carreira via novamente o seu percurso ser aumentado e desta feita, mais no centro da cidade, com a substituição do percurso até então da carreira 8 mas de eléctricos, carreira esta que ligava o Rossio ao Apeadeiro do Areeiro e que viu o seu fim com a chegada da linha verde do metropolitano.

A carreira 8 que fazia M.Moniz-Moscavide, viria então em 2006 integrar a Rede7, com a nova e actual designação de 708 circulando entre o Martim Moniz e o Parque das Nações-Norte. “Se por um lado trouxe benefícios, nomeadamente nas ligações do Parque das Nações ao resto da cidade e no novo serviço nocturno nos Olivais, também levantou alguma polémica pelo abandono de algumas ligações existentes desde a criação do bairro e pelo percurso pouco directo”. 

A cidade através da carreira...

Mas é precisamente no Parque das Nações que incide a sugestão desta semana. Local habitualmente escolhido para desfrutar de uma bela tarde de Sol, é também o sítio certo para a prática de desporto ao ar livre, dada a sua extensão, jardins e espaços que se conseguem manter um pouco afastados da confusão do trânsito e da poluição de uma cidade cada vez mais saturada.

Partindo então do Martim Moniz, local de grande agitação armazenista, nomeadamente por comunidades chinesas e indianas, a carreira 708 serve toda a Avenida Almirante Reis, sendo actualmente o único autocarro a ligar o Martim Moniz ao Areeiro. Se nesta parte do percurso a maioria dos passageiros são de idade mais avançada, já daqui para a frente a procura é generalizada. A proximidade ao Aeroporto de Lisboa e a passagem por algumas empresas sediadas na Marechal Gomes da Costa, fazem com que a procura desta carreira seja abundante em horas de ponta.

A zona dos Olivais também continua a receber a visita do 708 e daqui até à Estação do Oriente é um abrir e fechar de olhos num caminho que se faz acompanhar de uma ciclovia, alternativa possível também para esta sugestão da semana.

Passada a Estação do Oriente onde é possível o transbordo com várias carreiras da Carris e com a CP, o 708 sobe parte da Av.Dom João II em direcção ao Parque das Nações-Norte, não sem antes passar pela Alameda dos Oceanos e pelo Rossio Levante. Chega então ao Passeio do Tejo onde termina esta carreira. Recordo que o transporte de bicicletas é válido na 708 inserido no serviço BikeBus que a Carris lançou em 2007. As carreiras Bike Bus funcionam 7 dias por semana, no horário específico de cada carreira.

Vamos ao desporto!

Agora que já está no local certo, se levou bicicleta, siga em direcção ao Parque das Nações- Sul e desfrute da urbanização que substituiu uma lixeira, por ocasião da Expo’98. Pode depois regressar ao ponto de partida e voltar para casa no 708, mas como acredito que vai entusiasmar-se com a pedalada, pode também regressar ao centro da cidade de bicicleta, continuando pela Av. Infante Dom Henrique.

Mas se pedalar não é o seu forte e se nem bicicleta levou, opte então por uma caminhada pelo Parque Tejo, e se gosta de fotografia pode igualmente levar a sua máquina e desfrutar das belas paisagens que se conseguem obter sobre o estuário do Tejo com a Ponte Vasco da Gama a marcar presença. Relvados não faltam pelo Parque das Nações e há também campos de Ténis para os aficionados das raquetes.

Se ainda assim, nada lhe agradou, e se não é amigo de fazer desporto, pode aproveitar para passear à beira Tejo. Desça em direcção ao Centro Comercial Vasco da Gama. Daí à Estação do Oriente é um pulo e lá pode apanhar o 708 para voltar ao centro da cidade. Alternativas não faltam para uma tarde bem passada no Parque das Nações,  com a ajuda dos transportes públicos.

Fique ainda a conhecer a restante rede BikeBus Carris aqui: http://www.carris.pt/fotos/editor2/mapa_bike_bus.pdf

Fonte: a minha página carris, de Luís Cruz Filipe / www.carris.pt 
Fotos: Rafael Santos

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sugestão da Semana (10) - Á descoberta da cidade com o 701

Sabia que...

A carreira 701 veio substituir a até então carreira 1 que foi a carreira que inaugurou o serviço de autocarros a 9 de Abril de 1944, sendo uma das carreiras mais estáveis de sempre. Após os prolongamentos iniciais e a alteração de percurso, em 1960, devida ao prolongamento do Aeroporto, esta carreira manteve-se sem qualquer alteração durante perto de quarenta e cinco anos. Se inicialmente fazia a ligação dos Restauradores ao Aeroporto de Lisboa, já em 2006 quando foi extinta ligava Sete Rios à Charneca. A sua supressão deu então origem à actual carreira 701, fazendo actualmente a ligação entre Campo de Ourique e a Charneca nos dias úteis, sendo encurtada aos fins-de-semana e feriados, ao terminal do Campo Grande.

A cidade através da carreira...

E como se sabe, não há nada melhor que, desfrutar do que há para ver na cidade com recurso aos transportes públicos, deixando de parte os consumos do combustível, as dores de cabeça em procurar um lugar para estacionar ou as despesas com o parque de estacionamento. Tudo o que há para ver na cidade está disponível através de um título de transporte que pode ser previamente adquirido no suporte “7 Colinas” ou “Viva Viagem” por 1.05€ (pré-comprado) ou a bordo dos veículos que no caso da carreira 701 é um autocarro e tem um custo de 1.75€ (tarifa de bordo válida para a viagem em que é adquirida).

E depois de lhe ter sugerido um passeio por Monsanto, uma visita aos museus do Azulejo e da água, não esquecendo uma ida ao Jardim Zoológico ou ao Museu da Carris, entre outras mais (ver no menu do lado direito do blogue), desta feita sugiro-lhe que visite o Museu da Cidade. Um museu que foi criado com o objectivo de documentar e divulgar a história de Lisboa nas diferentes etapas da sua evolução urbanística, económica, política, social e das mentalidades.

A carreira 701 parte então de Campo de Ourique, onde tem ligações com outras carreiras da Carris, sejam autocarros ou eléctricos. Em 7 minutos está na zona de Campolide a “paredes meias” com o Centro Comercial das Amoreiras. Não se admire se depois lhe cheirar a frango no churrasco, porque em Campolide situa-se uma das melhores churrasqueiras da cidade – a Valenciana.

Daqui desce em direcção a Sete Rios, Laranjeiras e ainda antes de chegar ao Hospital de Santa Maria, cruza o Hospital Inglês, passando de seguida pela Quinta Barros. Rumando a Entrecampos pela Avenida das Forças Armadas, o 701 passa ainda pela Faculdade de Farmácia e pela Biblioteca Nacional, já em pleno Campo Grande. Chega então a paragem onde deverá descer para visitar o Museu que é a sugestão da semana do “Diário do Tripulante” – o Museu da Cidade.

Em seguida, o autocarro continua pela Alameda das Linhas Torres em direcção ao Lumiar onde mergulha na Ameixoeira, com vista a servir a então chamada Alta de Lisboa. A igreja da Charneca é o último monumento antes da chegada ao terminal que se localiza no Campo Amoreiras, às portas das Galinheiras.

O museu da Cidade

O museu da cidade apresenta actualmente um programa museológico que traça um percurso cronológico da evolução da cidade, desde a ocupação do território durante a pré-história até à Implantação da República em 1910.

Do seu espólio destaca-se a colecção de artefactos mais antigos da ocupação humana do local, datados de 300 000 a.C. a 100 000 a.C.; as primeiras representações da cidade de Lisboa; os projectos para a inovadora obra de construção do Aqueduto das Águas Livres; os da edificação da baixa pombalina, surgida na sequência do Terramoto de 1755; terminando com O Fado, da autoria de José Malhoa, obra incontornável da pintura do século XX.
 
Além da exposição permanente, o museu apresenta alguns eventos e exposições temporárias. A entrada tem um preço acessível e nem só o 701 é a alternativa para lá chegar. O importante é ter uma tarde descontraída e livre de preocupações. Deixe de lado as preocupações ao Plano estratégico dos transportes e aproveite enquanto há transporte para se deslocar numa cidade como Lisboa, que caminha a passos largos para uma mobilidade cada vez menos sustentável, ao contrário do que por aí se diz.

Metropolitano: Linha verde / estação Campo Grande
Autocarro: 7, 36, 47, 78, 96, 106, 108, 701, 738, 745, 750, 767, 777


Horário
Terça a Domingo das 10:00h às 13:00h e das 14:00h às 18:00h
Encerra 2ª feira e feriados
Bilhetes
Público em geral: 2,00€
Desconto 50%: Adultos com idade igual ou superior a 65 anos e desempregados, mediante apresentação de documento comprovativo; Grupos constituídos por, pelo menos, um adulto e uma criança (bilhete de família).
Entrada gratuita: Domingos, entre as 10h e as 13h (com excepção Pavilhão Preto - Exposição Frida Kahlo. As suas fotografias), dia Internacional dos Museus (18 de Maio); Grupos de alunos e respectivos acompanhantes, em visitas de estudo previamente agendadas com o serviço de Museus; portadores dos cartões: APOM, ICOM, LisboaCard.
Acesso a pessoas com mobilidade reduzida
Visitas temáticas
Organizadas para Jardins-de-infância, 1º, 2º, 3º ciclos, ensino secundário, pessoas portadoras de deficiência e seniores.
Serviço de Animação e Pedagogia – orientação de visitas, formação para professores e educadores, oficinas e textos de apoio.
Marcação prévia.
Tel.: 21 751 32 15
Visitas de Grupo
Com marcação prévia poderão ser agendadas visitas orientadas à exposição permanente.
Tel.: 21 751 32 00

Fonte: a minha página carris, de Luís Cruz Filipe /  museudacidade.pt

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