





Para ir até ao Castelo de São Jorge tem o autocarro 37 e os Eléctricos 12E e 28E. Boas Viagens!
É fim-de-semana e é também tempo de trazer até aqui mais uma "Sugestão do Tripulante", ainda a tempo de a inserir nos seus planos, quem sabe para este Domingo. Hoje a proposta recai sobre um Jardim desconhecido por muitos mas que ocupa a encosta do Museu do Traje e que fica numa zona rodeada de Palacetes - o Paço do Lumiar. Vamos então apanhar a carreira 3 rumo ao Parque do Monteiro-Mor...
Mas o prolongamento da rede do Metropolitano a norte da cidade, levou dois anos mais tarde, a Carris a colocar de novo a carreira 3 em funcionamento, mas então, entre a Praça de Alvalade e o Largo da Luz. Ao longo dos anos foram feitos reajustamentos e actualmente a carreira 3 que está afecta à estação de recolha da Pontinha, tem um percurso compreendido entre o Bairro de Santa Cruz e a Charneca, passando pelo Parque do Monteiro-Mor que é onde recai a sugestão desta semana do «Diário do Tripulante».
Em tempos de festa a carreira 3 ainda nos leva à Feira da Luz, onde em tempos fazia terminal.
coleccionador havia recolhido e, tendo como seu complemento natural, um jardim botânico. O projecto do jardim foi entregue ao italiano Domenico Vandelli, autor do Real Jardim Botânico da Ajuda. Assim nasceu um parque à época considerado como um dos jardins mais belos de Lisboa, de que persiste ainda o Lago dos Leões, escadarias e nichos vários, mas que a morte de D. Pedro fez com que não fosse concluído», pode ler-se no guia lifecooler.
Mas segundo este mesmo guia, quando o Estado adquiriu a propriedade em 1976 para ali instalar o Museu do Traje e o do Teatro, «veio a encontrar o jardim totalmente abandonado. Desta época data então o nome do parque do Monteiro-Mor, sugerido por Natália Correia Guedes, como homenagem ao Monteiro-Mor que tinha habitado o Palácio do Monteiro-Mor. Alguns meses depois este foi recuperado, sob a responsabilidade de Luís Sousa Lara, procurando torná-lo auto-suficiente. Salvou-se então uma Araucária heterophyla (espécie rara), no caso, o primeiro exemplar plantado ao ar livre na Europa e que domina o parque. Reconstruiram-se os canteiros e o traçado dos caminhos, introduziram novas espécies, povoaram-se lagos e tanques com peixes, patos e cisnes, criaram-se viveiros para os pássaros, fizeram-se pontes e colocaram-se bancos. O objectivo foi o de recriar o jardim segundo a época dos seus antigos proprietários, iniciando um projecto de horto botânico, com culturas comestíveis e medicinais, a cargo da sua equipa de jardineiros. Actualmente é considerado um dos jardins mais bonitos e sossegados de Lisboa».

Nem sempre o exemplo vem de cima, como se costuma dizer. Num bairro onde se diz "de gente fina", onde poucos são, os que dispensam as altas cilindradas dos seus veículos, há também quem não respeite os utentes do transporte público, ou será puro comodismo?
Decorreu esta tarde o primeiro desfile de autocarros clássicos da frota do Museu da Carris que completou no ano passado dez anos de existência. Os míticos autocarros que marcaram gerações passadas, contam agora ao vivo e pelas ruas de Lisboa, todos os meses, a história de uma empresa que faz também ela parte, da história da própria cidade.



O calor parece finalmente ter chegado! Mais uma tarde na carreira 25E e que tarde...Uma temperatura a fazer lembrar aquelas tardes em que só se está bem à sombra ou viajando com a cabeça de fora da janela do eléctrico pelas colinas de Lisboa. O ar condicionado do eléctrico é do melhor, dizem os mais experientes. É ao natural e não causa constipações. Hoje tive o meu no máximo com as janelas todas abertas, não fosse entrar a velha dos gatos...
Uma tarde como a que esteve esta segunda-feira é a ideal para aproveitar e descobrir a capital através da janela do eléctrico. O calor que se faz sentir na rua contrasta com a brisa que corre sobre as janelas e pela retina passam prédios, ruas, monumentos, jardins, enfim uma série de coisas que certamente irão fazer desse dia um dia diferente de todos os outros. Depois de ter sido escolhida recentemente como uma das carreiras na sugestão do tripulante, com a visita ao Jardim Botânico da Ajuda, deixo-vos aqui um novo desafio...
No nosso dia-a-dia, há sons e imagens que ficam gravados na nossa memória por muitos e muitos anos e em grande parte dos casos, lembramos-nos sempre do que é mais antigo do que, o que aconteceu no dia anterior. Exemplo disso foi a admiração de uma passageira que depois de ter entrado e me ter pedido uma tarifa de bordo, ficou de boca aberta e incrédula ao receber o bilhete.
Os constrangimentos do trânsito, os cortes de ruas e nomeadamente o centro da cidade, prometiam uma terça-feira caótica e diferente do habitual. Carreiras encurtadas, outras fraccionadas, algumas até suprimidas, tudo para Lisboa receber a visita de sua santidade, o Papa Bento XVI que visita pela primeira vez o país nesta condição. O certo é que esta terça-feira acabou por ser mais calma que o habitual na carreira 18E.
E porque as imagens valem mais do que mil palavras, aqui fica a foto da interrupção que tive esta tarde na 25E. Mais do mesmo...
Respeite o eléctrico! Seja consciente, e respeite quem usa o transporte público, por uma mobilidade mais sustentável.
Hoje o amarelo da bola com que costuma jogar deu lugar ao amarelo do eléctrico que aprendeu a conduzir. Nas bandeiras de destino, o número 1 anunciava que a bordo ia Federer. O melhor tenista do Mundo, Roger Federer teve hoje um passeio diferente do habitual pelas ruas de Lisboa, nesta sua segunda estadia em Portugal, por ocasião do Estoril Open'10. O número um mundial, treinou esta manhã no Jamor, "mas ainda antes de se dirigir ao Estádio Nacional, percorreu algumas das zonas históricas da cidade de Lisboa aos “comandos” de um… eléctrico! Numa iniciativa conjunta da João Lagos Sports e Carris, o jogador suíço treinou a condução do tradicional eléctrico lisboeta no Museu do Eléctrico, no Largo do Calvário (Alcântara), tendo aí recebido o respectivo diploma pela aprendizagem", diz o site da prova.
O site da Lagos Sport adianta ainda que após a passagem pela Rua da Junqueira, "Federer viu em primeiro lugar o Museu dos Coches, seguindo-se depois a passagem em frente à residência oficial do Presidente da República, Cavaco Silva, no Palácio de Belém. A mítica fábrica dos Pastéis de Belém antecedeu a paragem em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, onde o grupo de alunos do Colégio St. Julians de Carcavelos se alargou a 16 crianças, que daí seguiram pela “mão” do suíço até à Avenida da Torre de Belém, terminando o passeio na Rotunda de Algés. A viagem até ao Complexo de Ténis do Estádio Nacional do Jamor, onde treinou com Leonardo Tavares, novamente no court 13, foi feita dentro de um autocarro, igualmente cedido pela Carris, datado de 1957 (!), que deixou Roger Federer à entrada do Sponsors Village".
Mais um ano e uma vez mais o Parque Eduardo VII a servir de palco para a realização de mais uma Feira do Livro. Este ano com algumas novidades entre as quais o facto de ter começado mais cedo e de fechar portas diariamente ás 23h30. Mas as novidades não se ficam por aqui. Segundo a organização a feira está este ano dividida por cores para uma melhor orientação por parte do visitante e cada cor tem uma praça onde diariamente ocorrem sessões de autógrafos e outros eventos.
Se procura este ou outros livros, então o melhor é mesmo não perder tempo e ir até à Feira do Livro de Lisboa e de preferência com recurso aos transportes públicos dado que na zona envolvente nem sempre é fácil arranjar um lugar para estacionar.
Quando a semana passa a correr é bom sinal. É prova que o serviço correu sem grandes ocorrências, até porque as interrupções na Rua de São Paulo já são marca registada da carreira 25E. O local é quase sempre o mesmo e quando pensamos que "desta já nos safámos" eis que chegamos aos últimos lugares de estacionamento desta rua para ali ficarmos a tocar a campainha durante alguns segundos na esperança que alguém apareça para tirar a viatura, que se tivesse ficado bem estacionada junto ao lancil do passeio, nenhum incómodo tinha causado.
